terça-feira, 16 de junho de 2015

Passagem para Córdoba

Advertência: Na crônica a seguir faço uso de uma palavra divertida, melódica e dissílaba, a saber, puta. Tal advertência pede um esclarecimento: Ao consultar o “Meu Dicionário Soberano de Português” verifiquei que precisamente como Sra. está para senhora, puta está para prostituta, que aliás não passa de uma palavra sem graça, cacofônica e polissílaba. Portanto não entre em choque, a preferência é meramente estética, diferentemente do que fiz na crônica “O Cartaz”.



Passagem para Córdoba

— Então, o que você faz pra ganhar a vida? — Perguntei um tanto incomodado pelo silêncio patagônico que tentava

O Cartaz

Advertência: Nesta crônica faço uso por duas vezes da palavra gay que, no “My Supreme Dictionary of English”, não é o feminino de guy e muito menos o masculino de girl. É simplesmente gay. Sendo assim, caso possua você querido leitor algum grau de gayfobia, recomendo que leia, uma vez que o personagem, veja só, na verdade não é gay, muito embora tenha sido confundido com um. Dito isto acabo de tirar talvez a única graça que pensava ter colocado na referida crônica, exatamente como fiz em “Passagem para Córdoba”.



O Cartaz

Ele não se chamava Pedro e não era gay, mas estava de fato desempregado.

A timidez de Pietro o tornava um ser invisível, como